FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA

A fiscalização eletrônica na cidade de São Paulo teve início no ano de 1997 com a implantação de radares fixos e móveis em 40 (quarenta) importantes avenidas com grande potencial de risco em acidentes. Os primeiros equipamentos que surgiram foram utilizados para fiscalizar o excesso de velocidade, sendo que o impacto desta fiscalização mostrou-se relevante na diminuição das vítimas fatais e na mudança de comportamento dos usuários.

A partir destes resultados a fiscalização eletrônica vem sendo ampliada tanto para atender às questões de segurança (excesso de velocidade, desrespeito à faixa de pedestres, desrespeito à sinalização semafórica e conversão proibida), com contribuição significativa na diminuição do número de acidentes no trânsito e redução da severidade das lesões e mortes, como para garantir a fluidez dos veículos, com o cumprimento das restrições de circulação (rodízio veicular, circulação de caminhões, fretados e motos).

Segundo registros de acidentes de trânsito (CET, 2015), o índice anual de mortes em 2015 teve uma redução de 20,6% quando comparado às mortes ocorridas em 2014, obtendo um índice de mortalidade de 8,26 mortes por 100.000 habitantes, o que se deve, entre outros fatores, ao conjunto de ações de mobilidade urbana implantadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), principalmente pela implementação da redução da velocidade regulamentada das vias onde a fiscalização eletrônica teve um papel fundamental para garantir o respeito do condutor às novas condições de mobilidade nas vias.

 

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