EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE MORTES NO TRÂNSITO DE SÃO PAULO

A Companhia de Engenharia de Tráfego realiza um trabalho de compilação do número de vítimas dos acidentes de trânsito fatais ocorridos em São Paulo, que foi iniciado em 1979 e continua sendo desenvolvido até hoje, com uma mesma metodologia de coleta de dados envolvendo duas fontes de informações: o Instituto Médico Legal – IML e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo – SSP de SP.

A opção pelo uso dessas fontes está relacionada aos procedimentos legais estabelecidos em caso de acidentes fatais e com vítimas que fornecem um respaldo seguro para a coleta de dados.

Todo acidente de trânsito com vítimas deve ser objeto de um boletim de ocorrência lavrado pela Polícia Civil. Se a vítima estiver morta, o delegado de polícia solicita ao IML o envio de um “carro de cadáver” ao local do acidente para recolher o corpo, já que este, quando resultante de morte violenta tem de ser, obrigatoriamente por lei, levado ao IML para elaboração da autópsia. Mesmo quando a morte não acontece no dia do acidente e a vítima fica internada vários dias no hospital, sua família tem que ir até o Distrito Policial fazer o Boletim de Ocorrência – BO quando o óbito ocorrer, para que o corpo possa ser encaminhado ao IML para a autópsia e, posteriormente, ser liberado.

Confira o estudo realizado pela CET

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